Amigo e produtor de Raul Seixas por onze anos é pastor evangélico em Paraíso

Publicado: 1 de junho de 2008 em Não categorizado

Amigo e produtor de Raul Seixas por onze anos é pastor evangélico
em Paraíso

Raul Seixas, o polêmico
músico e compositor baiano é uma das maiores referências, e, para alguns, o
“pai” do rock brasileiro. Polêmico e irreverente, uma irreverência que a exemplo
de outras cabeças pensantes na época do governo militar iniciado em 1964 no
Brasil, lhe custou o exílio e marcas profundas, ao ponto de sentir-se inseguro
em subir ao palco com medo de ser morto. Sua canções ainda hoje, quase duas
décadas depois que seu corpo foi enterrado no Cemitério da Saudade, em Salvador,
sua terra natal, são consideradas atuais. O “seixismo” deixou suas marcas,
algumas delas, misto de alegria e de dor como as vividas por Cláudio Luiz
Pereira que viveu e conviveu onze anos com Raul Seixas. Foi seu parceiro e
produtor. Há três anos ele vive em São Sebastião do Paraíso onde é pastor
evangélico. Por dezoito anos relutou em falar no seu passado e da estreita
ligação com o “Maluco Beleza”, mas resolveu abrir “o Baú do Raul”, ao Jornal do
Sudoeste.
Em junho de 1979 Cláudio estava com aproximadamente 15 anos e ficou
sabendo que Raul Seixas iria ao Estúdio 35 num bairro chamado Vila Industrial,
no Parque São Lucas, em São Paulo. “Eu vou ver o show deste cara. Todo mundo
fala que ele é doido”, disse. Cláudio explica que foi assistir ao show, se
empolgou com o artista e fez dele o seu herói, tanto é que buscou aproximar-se
dele. Para isso procurou saber do que ele gostava. “Fiquei sabendo que ele lia
Logsamp Rampa, Mente Felina, uma coisa bem diferente na minha época, algo ligado
ao esoterismo, ocultismo, miticismo juntos. Cláudio conseguiu uma das obras do
autor, chamada “Homens e Gatos Terceira Visão”, memorizou algumas frases.

Passados uns seis meses Raul foi se apresentar numa casa chamada Raio Laser.
No meio da multidão Cláudio lhe falou: “Raul eu estou lendo Terceira Visão,
Mente Felina”. Ele olhou questionou: “Você tem noção do que está falando”, ao
que teve resposta afirmativa. Raul lhe deu o número de seu telefone e Cláudio
foi para casa como se tivesse ganho um troféu.
“Naquela época eram aquelas
fichas que se colocava no orelhão, daí uns dias, criei coragem e liguei para
ele. “Tu é aquele jovem que conversou comigo a respeito de Logsamp Rampa?”,
questionou Raul, o convidando para ir a sua casa. Raul morava numa rua perto da
USP, no Butantã, e Cláudio foi com uma estratégia. “Vou como amigo conversar com
ele”, e de fato, conforme explica, depois de uma conversa de aproximadamente
quarenta e cinco minutos, surgiu a amizade. A convite de Raul, o jovem Cláudio,
classe média pobre, pais bastante simples, passou ajudar o artista em seus
shows. Colocava cartazes no chão, onde estavam anotadas as letras das músicas.
“Quem estava assistindo o show não via, era uma estratégia que ele usava para
não esquecer as letras” explica.
Integrado à equipe, Cláudio afirma que
passou a cuidar do palco. Arrumava a guitarra na posição, e com base no roteiro
do show passado por Raul, arrumava as letras em seqüência.
Lembra-se como se
fosse hoje, de um domingo em que Raul foi à sua casa e a rua virou um
formigueiro, e todo mundo querendo sabe o que estava acontecendo. “Imagine um
artista do porte de Raul Seixas ir a periferia de São Paulo”, observa, para em
seguida complementar: “Acredito que ele fez aquilo para me ajudar, me dar moral.
Não vou dizer que eu era um zero à esquerda, mas era uma pessoa comum, e aquele
bairro onde eu residia passou a me olhar de maneira diferente”.
Conforme
explica, Raul não era apegado a dinheiro, à coisas materiais. “Me lembro como se
fosse hoje, ao terminar um show levando um saco de dinheiro para o carro dele
ele pegou uma certa quantia e me disse que era para eu comprar um carro. Comprei
um Corcel II, amarelinho”.
Certa feita Raul lhe perguntou: “Bicho você quer
ser meu empresário?”. Cláudio depois de se certificar das funções, disse que foi
em companhia de Raul no cruzamento da 24 de Maio com São João. “Alugamos uma
sala, em questão de meses a compramos, anos depois a metade do prédio, e aí onde
foi feita a gravadora Raul Mania Disco Clube Ltda onde o Raul era presidente eu
como segundo e Paulo Coelho como terceiro. Começamos a lançar discos e relançar
alguns que estavam fora de catálogo, na época acontecia muito isso”.
Segundo
disse, foram morar juntos num apartamento na rua Frei Caneca, depois na Rua
Augusta, até que Raul arrumou uma companheira, tentou constituir família mas não
deu certo. Depois Raul teve cinco casamentos.
O primeiro deles foi com a
norte-americana Edith Wisner, e conforme Cláudio explica, foi através dela que o
Belchior se inspirou para fazer aquela música “Medo de Avião” (foi com medo de
avião que eu segurei pela primeira vez na sua mão”. Raul foi fazer uma viagem
conheceu Edith e estava com medo de avião, e segurou na mão dela. Voou para a
Georgia, onde nasceu a filha deles chamada Scarlet, hoje com quase quarenta
anos. Depois nasceu a Simone Andréia, também nos Estados Unidos. Ele se casou
posteriormente com a atriz Tânia Alves, depois com Helena Coutinho, depois com
Baby, e depois por último com Ângela Affonso Costa, a Kika Seixas.
Segundo
Cláudio -, Kika que tem barrado os direitos autorais de todas as produções que
ele fez com o Raul como parceiro em composições e como produtor. No total,
segundo ele, foram onze discos. Sobre o parceiro e amigo, Cláudio salienta que
Raul era temperamental, daí suas discordâncias com gravadoras, que queriam que
ele gravasse somente rock. “Mas não há um disco dele sequer que acompanha um
ritmo único. Ele era bastante natural, colocava rock, baião, progressivos,
pauleira. Ao mesmo tempo cantava Al Capone, de ritmo agitado, pauleira, e se
contrapunha com Maluco Beleza. Tinha várias personalidades numa única
personalidade”.
E Cláudio diz que gostaria de grifar bastante esta parte.
“Maluco todos sabem e dizem que Raul sempre foi, mas poucos sabem que ele foi e
será um maluco beleza que soube conviver com a beleza de grandes músicas que
jamais serão esquecidas”.
Sobre o lado místico de Raul, Cláudio opina que
ele tinha uma autoridade quando dizia: “Eu não creio no deus senão homem. Ele
via um Deus dentro dele, uma força, o mundo através de sua mente, do seu ser,
mas era pessoa humilde, bacana. Nunca vi Raul desacatar ninguém, pelo contrário,
eu o vi ajudar muitas pessoas. Agora, ele não tocava em religião”. Há músicas em
que diz por exemplo, no Super Heróis “já passei por todas as religiões, por
filosofias políticas e lutas”. Aos onze anos ele já desconfiava da Verdade
Absoluta. As pessoas se preocupam com o que se vê, com se fala, e ele dizia que
as pessoas não enxergavam um palmo à frente do nariz. Em junho de 1975, depois
de compor Medo da Chuva, Trem das Sete, e Guita, um consul o levou para fora do
país, da mesma forma que levaram Geraldo Vandré, Caetano Veloso, Chico Buarque.
Raul Seixas foi exilado, expulso do país, por causa de frases como “Faze o que
tu queres, há de ser tudo da lei, mas que lei é essa?”.
Cláudio observa que
Raul era ousado. “Hoje você pega canções e tem muito palavrão muita besteira,
não aproveita nada. Estamos numa época onde nada se cria, tudo se copia. Ele
fez, deu o recado na época da ditadura. Eu paro, analiso e penso, esses jovens
nos dias de hoje confundem a música Maluco Beleza, acham que ser maluco beleza é
acender um baseado, usar droga. Ao contrário, maluco beleza é uma elevação de
espírito. É você estar bem com você mesmo, deixar sua digital no planeta, fazer
um vestibular, ser aprovado, isto é ser maluco beleza. Eu digo também que Jesus
Cristo foi um grande maluco beleza, deixou sua marca do amor, de sinceridade,
compaixão, são pessoas revolucionárias que têm uma identidade. Santos Dumont foi
um maluco beleza, inventou o avião, Tomaz Edson, Henry Ford, e a juventude em si
achou que maluco beleza era a pessoa estar na condição de
ridicularidade”.
Raul deixou transparecer contrariedade por ser mal
interpretado quanto ao maluco beleza. Tanto é que ele baseado ele dizia a maior
loucura é a lucidez total, afirma Cláudio.
O aspecto político era enfocado
por Raul subjetivamente. Um dos exemplos é a música Cowboy Fora da Lei, composta
por ele após a morte de Tancredo Neves, supostamente assassinado. “Não vou ser
besta para tirar onda de herói, sou vacinado, sou cowboy, mas um cowboy fora da
lei”. “Mamãe não quero ser prefeito, pode ser que eu seja eleito e alguém pode
me querer assassinar”. “O coitado foi tão cedo…”.
Raul, segundo Cláudio,
tinha medo de subir ao palco. “Temor, porque mexia com a mídia, o sistema, o
governo, com os militares, falava coisas que incomodavam aqueles que tentavam
guardar a realidade debaixo do tapete”.
Os últimos trinta shows que Raul fez
(tenho consciência do que estou falando), diz Cláudio, “foi tudo mediante droga
e álcool. Naquela época nunca subi ao palco com Raul Seixas lúcido. Não havia
possibilidade. E no público shows que eram feitos também era uma chaminé de
maconha, e os organizadores e a própria polícia tinha preparo para lidar com
aquele público, e não é diferente nos dias de hoje festivais de maconha de
drogas, (não adianta virar as costas dizer que isso não existe)”.
Dentro das
assuntos polêmicos envolvendo Raul, há o de um show em que ele sugeriu que as
pessoas rasgassem as identidades, e as pessoas rasgaram, o que lhe deu um
problema danado.
Em 1988 o Marcelo Nova (do grupo Camisa de Vênus) fez um
disco chamado Duplo Sentido, e incluiu a música Ouro de Tolo (ah, eu é que não
me sento no trono de um apartamento esperando a morte chegar), o que lhe rendeu
grande vendagem do disco.
O Marcelo havia chegado da Bahia e convidou o Raul
para uma apresentação especial. Deu resultado, encheu de gente, só que o Raul já
não se encontrava em condições de fazer shows. Estava decante e com situação
financeira delicada. “Eu cheguei vender violão dele. Nós trocamos por comida.
Isso foi em 1988 ele estava numa decadência muito grande. Nós estávamos bastante
influenciados e debilitados com a química (cocaína, heroína, e tudo isto tem um
custo). Chegamos numa situação de ficar quinze dias trancados num apartamento
sobre efeito de drogas, e quando a coisa chegava a esta altura, e saíamos, até
um lanche tínhamos dificuldade para comprar, porque enquanto tínhamos dinheiro a
gente consumia. Só quando não havia não tinha mais gente, e caíamos na realidade
íamos atrás de alguma coisa. Cheguei a penhorar uma guitarra do Raul, por uma
bebida, um jantar” diz Cláudio.
No dia 18 de agosto de 1989 Cláudio afirma
que estava no apartamento com o Raul ele falou “o meu nego eu preciso assistir
um filme do Elvis Presley” e ele lhe conseguiu uma fita de vídeo, levada no dia
19, uma sexta-feira. Ele pegou a fita como se tivesse em mãos uma coisa das mais
valiosas em sua vida, explica.
Na segunda-feira, dia 21,Cláudio disse ter
saído para trocar os amortecedores do carro. Estava na avenida 9 de Julho e com
o rádio do carro ligado, estava tocando “Metamorfose Ambulante”. Passei para
outra sintonia estava tocando “Maluco Beleza”, e numa outra emissora, Guita.
“Foi aí que ouvi em uma rádio que o Raul Seixas havia morrido. Fui ao Hospital
das Clínicas e me confirmaram a notícia, o que foi para mim terrível, um baque
muito grande.
Cláudio explica que a pedido da mãe de Raul, dona Maria
Eugênia, providenciou o funeral que a princípio seria em São Paulo no Cemitério
Morumbi, mas a gravadora cedeu um jatinho e o corpo foi levado para Salvador.

“Eu tive muitas experiências com o Raul nesses onze anos que vivi com ele,
até nos dias de hoje, depois de convertido, eu contaria no dedo pessoas sinceras
honestas e pessoas reais como Raul Seixas, que era a sua grande qualidade”.
Fugia bastante do capitalismo, vivia como vivia mais com o dia de hoje que o
amanhã, bastante futurista, muito inteligente, formado em filosofia, em direito,
em ciências, e tinha um lado místico, esotérico e oculto, salienta.
Nos dias
de hoje, para Cláudio, Raul continua atual, tanto é que o presidente Lula há
poucos dias mencionou que era “uma metamorfose ambulante”.
Cláudio diz ter
composto 141 músicas em parceria com Raul, das quais foram gravadas
aproximadamente uma centena. Arrepende-se, de dois lançamentos: “A panela do
diabo, e a Pedra do Gênesis” dois álbuns que acredita, não deveriam ter sido
feitos. “Enquanto não estávamos usando a bíblia para fazer aquilo que nós
pensávamos que era certo, nada nos atingia, mas quando começamos na Pedra do
Gênesis, título do LP, começamos a rascunhar a bíblia. E a partir desse momento
as coisas foram ficando difíceis. Eu escapei dessa “Panela do diabo” e por isso
estou aqui ainda hoje”, ressalta.
Cláudio diz ter passado por conseqüências
terríveis porque o homem pode brincar até com a natureza, só não deve brincar
com Deus, por mais descrente que seja. “A panela do diabo” o Raul Seixas não viu
o lançamento, ele morreu naquela semana.
A partir do quarto ou quinto ano
após o falecimento de Raul suas gravações passaram a ser vendidas cem vezes a
mais do que eram vendidas, milhões e milhões de discos, e a Raul Mania como
produtora de todos os discos e os relançamentos, cresceu demais e houve por
parte de Kika Seixas uma ação judicial para que não fossem lançados mais discos,
porque ela como mulher, mãe e tutora da única filha brasileira dele se
considerava em prejuízo financeiro.
“Aí paramos de produzir os discos. Tenho
documentos que mostram valores de bloqueios feitos de direitos autorais meus que
podem ir de R$ 250 a R$ 300 mil e esse montante está retido. Até hoje, mesmo
tendo direito a isenção não sou isento pelo Imposto de Renda além de valores
retidos e bloqueados, eu creio que a Dona Eugênia, mãe de Raul ela está a meu
lado, mas o mais importante é que eu tenho um museu, material que dá para
produzir no mínimo vinte discos, bem temperados, aproveitados”, afirma
Cláudio.
“Dezoito anos deixei arquivado porque não estava no tempo e que eu
tivesse coragem ou preparado para abrir este baú, porque são fotos e fatos fitas
cassete com aproximadamente umas quinhentas horas de gravação, feitas ao longo
de onze anos em que morei com Raul. Tudo que fazíamos era gravado, shows,
ensaios, estúdio, brincadeiras, tudo valeu para este arquivo, onde há muita
coisa conhecida por exemplo ele cantando Maluco beleza em inglês, francês,
castelhano, já com o pensamento que o Mercosul ouvisse”.
Cláudio diz ter
também fitas em VHS, que considera as horas mais polêmicas e mais delicadas que
incluem assuntos bastante íntimos, pessoais, tanto dele, como de Raul, além de
discos de ouro, e guitarras. A destinação deste acervo que inclui livros de sua
autoria, ele ainda está estudando. “Eu falava, comia e dormia Raul Seixas.

Sobre sua conversão religiosa, afirma, foi bastante delicada e daria matéria
maior que esta. “Primeiro perdi minha identidade, depois o rumo da minha vida,
depois a droga tomou conta de mim. Precisei ir para o fundo do poço passar por
um processo bastante delicado, e quando um pastor chegou até mim eu já estava
nas últimas. Ele me conhecia porque nós crescemos no mesmo bairro, e estava
buscando uma forma de chegar até a mim. Este homem teve bastante paciência
comigo, isto foi na década de 90. A princípio não lhe dei ouvidos, e para
resumir eu fui tirar a vida deste pastor, e ele falou “Se eu morrer eu vou para
a glória, se não eu não morrer você virá para Cristo”, eu me converti, fiz curso
de Teologia e isto me ajudou muito também senão não estaria aqui. Sou pastor de
uma igreja chamada Missão Mundial Graça e Paz, fui dirigir um trabalho na
Assembléia de Deus. Igreja Evangélica Unidos em Cristo que nasceu em São
Sebastião do Paraíso partirá para o mundo trabalho missionário – drogas,
alcoolismo prostituição que têm causado miséria desigualdade e perdição do ser
humano. Situação que já vivi. Missionária Valdelice.

EDIÇÃO 1036 – Domingo – 23 de dezebro de
2007

IN: http://www.jornaldosudoeste.com.br/EDICOES%20ANTERIORES/1136/noticia%2002.html


É verdade que Raul tinha um amigo e produtor chamado Cláudio Luiz
Pereira? Pois este afirma ser, sobretudo afirma que tem mais de 500 horas de
vídeos e documentos que o comprovam.
Site: http://www.jornaldosudoeste.com.br/EDICOES%20ANTERIORES/1136/noticia%2002.html  (João Mendes –
Goiânia/GO)

Resposta – Nunca li tanta mentira numa única
publicação. Nada do que consta aí nesse site condiz com a verdade.
Cláudio
Luiz Pereira foi apenas o presidente de um fã-clube de Raul Seixas, o Raulmania,
que foi fundado em 1985 com apoio de Sylvio Passos, e encerrou suas atividades
em 1992. Cláudio teve algum contato com Raul Seixas, mas não da forma que
descreve engazopadamente nessa claudicante matéria.  (Carimbador
Maluco)


RAUL ROCK CLUB/RAUL SEIXAS
OFICIAL FÃ-CLUBE
Caixa Postal 12.106 – Ag. Santana
São Paulo – SP – CEP:
02013-970 – BRASIL
tel/fax (11) 6948 2983
celular  (11) 8304
4568
SITE 1:
http://www.raulrockclub.com.br
SITE 2: http://www.raulrockclub.com.br/expo
SITE 3: http://sylviopassos.blogspot.com
 
Veja o vídeo  "Meu Amigo Raul" acessando o link
abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=LXOXrKmrJW8
 
.
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comentários
  1. µЯµβAψAn disse:

    Bom, eu conheci o Claudio, eu ia muito na Raul Mania (que ficava na galeria do Rock), cheguei até a ir com ele na casa do Raul quando ele morava no Butantã, mas sinceramente desconheço toda essa proximidade que ele alega que tinha… rs rs.. Sei que ele produziu um disco do Raul (aquele que tem o show da praia do Gonzaga), tinha um certo contato e tal, mas esse lance de morar junto e ter uma gravadora desconheco completamente… nao sei nao mas acho que tem lorota nessa historia… kkk…tá mais pra "Pastor Joao e a Igreja invisivel"…. kkkk

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  2. toninho sudade do fa clube mas to felis po voce ta igreja ve se lebra mim raul ia se o padrinho da miha fiha abraço cladio

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