Joia Moderna relança ‘Sweet Edy’, pioneiro LP glam nacional de Edy Star

Publicado: 8 de junho de 2011 em Música, Music

Joia Moderna relança ‘Sweet Edy’, pioneiro LP glam nacional de Edy Star.

Joia Moderna relança 'Sweet Edy', pioneiro LP glam nacional de Edy Star
Joia Moderna relança ‘Sweet Edy’, pioneiro LP glam nacional de Edy Star

Embora tenha aberto a gravadora Joia Moderna para dar voz somente a cantoras, o DJ Zé Pedro se permitiu uma licença poética e decidiu reeditar, sob licença da Som Livre, o primeiro álbum solo do baiano Edivaldo Souza, o Edy Star, cantor, ator, dançarino e transformista. Lançado originamente em 1974, … Sweet Edy… é álbum de importância histórica na cena musical dos anos 70, tendo sido o primeiro disco assumidamente glam e gay do Brasil. Em evidência na época, Edy ganhou músicas inéditas de compositores do quilate de Caetano Veloso (O Conteúdo), Gilberto Gil (Edith Cooper, tributo a Alice Cooper) e Roberto Carlos e Erasmo Carlos (Claustrofobia). A faixa-título, Sweet Edy, é da lavra de Renato Piau e Sérgio Natureza, autores também de Bem Entendido. No disco, Star também canta músicas de Jorge Mautner (Olhos de Raposa), Leno (Superestrela) e Moraes Moreira e Galvão (Para o que Der na Telha), além de regravar Esses Moços (Lupicínio Rodrigues). Para quem não liga o nome à música, Edy Star é o unico sobrevivente de outro disco lendário, Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10 (CBS, 1971), gravado com Raul Seixas (1945 – 1989), Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e Míriam Batucada (1947 – 1994). …Sweet Edy… foi gravado no embalo da exposição inicial de Edy Star na cena carioca, mas não fez sucesso comercial e hoje é reavaliado pelo próprio artista como um disco demasiadamente limpo para seus padrões. A reedição de …Sweet Edy… pela Joia Moderna chegará às lojas até o fim deste ano de 2011.

Mauro Ferreira in: http://blognotasmusicais.blogspot.com/2011/06/joia-moderna-relanca-sweet-edy-pioneiro.html

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comentários
  1. 1 1 expoe logo de cara a forca do canto de Beyonce que dispara sua artilharia vocal em baladas como I Care com pegada de r b Start Over I Miss You – em que a interprete expressa a saudade do homem amado como um sentimento real – e a mais trivial I Was Here que tem a assinatura ja previsivel da compositora e hitmaker norte-americana Diane Warren. O sucesso de Chris Montez em 1965 endurece e perde a ternura para se ajustar ao tom conflitante de boa parte das letras. Mas a medida que Climax avanca Marina vai cedendo a esse mesmo sentimento As Ordens do Amor o menos inspirado dos temas autorais ate se render totalmente ao amor em radiofonica cancao pop composta com Samuel Rosa Pra Sempre que se ajustaria bem a um disco do Skank e poderia ate recolocar Marina nas paradas se entrasse na trilha sonora de alguma novela global.

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