Raul Seixas nas bancas de jornais

Publicado: 17 de março de 2012 em Filmes, Música, Music
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Com o advento do documentário sobre a vida e obra de Raul Seixas – Raul, o início, o fim e o meio, dirigido por Walter Carvalho, à ser lançado nacionalmente no próximo dia 23 de março – Raul vem ganhando, quase que diariamente, espaços em toda a mídia nacional, seja em jornais, rádios, TVs e na Internet como um todo. Revistas também estão apresentando, sem economia de páginas, artigos, notas e entrevistas envolvendo profissionais envolvidos com o documentário que se propõe a mostrar um Raul Seixas como nunca foi mostrado antes. É o caso das revistas CULT #166  e VíDEO ZOOM MAGAZINE #143, ambas já nas bancas. Durante os próximos meses, muitas outras publicações estarão abordando Raul Seixas e o documentário com produção de Denis Feijão.
Veja abaixo as capas das revistas e corra para a banca mais próxima para garantir seu exemplar em seu acervo.

Revista CULT #166 [4 páginas sobre Raul Seixas em entrevista com Walter Carvalho]

Revista CULT #166 - 4 páginas sobre Raul Seixas em entrevista com Walter Carvalho

http://revistacult.uol.com.br

Revista VíDEO ZOOM MAGAZINE #143 [6 páginas com Raul Seixas]

Revista VíDEO ZOOM MAGAZINE #143 - 6 páginas com Raul Seixas


RAUL ETERNO
Por Eduardo Torelli

Falecido em 1989, o maior roqueiro do Brasil revive no documentário Raul – O Início, o Fim e o Meio, que investiga a personalidade e a trajetória do “Maluco Beleza”

Já virou clichê. Basta um artista popular brasileiro subir em um palco para a plateia, em dado momento do show, entoar em uníssono o poderoso mantra: “Toca Raul!” Às vezes, isso é uma “saia justa” para o cantor que se apresenta. Mas também é uma prova de que o nosso maior roqueiro conseguiu se inscrever naquele seleto hall de “personalidades imorredouras” (apesar de ter falecido em 1989). Parece contraditório? E é! Tanto quanto o próprio Raul Seixas.

Que o diga Walter Carvalho, cineasta que se prepara para lançar, nos cinemas, o documentário Raul – O Início, o Fim e o Meio. A um só tempo, o projeto é um retrospecto e uma reflexão sobre os caminhos trilhados pelo saudoso “Maluco Beleza” nos anos 60, 70 e 80. Em suas letras, Raul era hora um descrente, hora um cristão fervoroso. Também não se decidia entre a esquerda ou a direita, a modernidade ou a nostalgia, o romantismo rasgado ou o cinismo visceral. Um pouco dessa dualidade está no filme, uma realização caprichada e cheia de depoimentos memoráveis.

Ano passado, Raul – O Início, o Fim e o Meio teve suas primeiras exibições públicas “oficiais”, no encerramento do Festival do Rio (em sessão hors concours) e na Mostra de São Paulo. Agora, os demais brasileiros poderão descobrir e se encantar com o filme, já que Raul (longe de ser propriedade dos “raulseixistas”) é um assunto que diz respeito à própria Cultura Nacional.

PESQUISA
Desde os primeiros estágios da produção, Carvalho buscou toda sorte de subsídios que a sustentassem. Garimpou informações valiosas em arquivos, conversou com experts em Raul (como Sylvio Passos, provavelmente a maior autoridade mundial no assunto) e reuniu um incrível time de “personagens” para coestrelar o filme. Gente que conheceu Raul intimamente ou que colaborou diretamente para o seu sucesso. Plínio Seixas, irmão do cantor, e o escritor Paulo Coelho (coautor de muitos sucessos do “Maluco Beleza”) estão entre as fontes, bem como Waldir Serrão, fundador do Elvis Rock Club, que conheceu o astro muito antes da fama. Em sua “peregrinação” por imagens e fatos, Carvalho e sua equipe percorreram três países (as filmagens foram realizadas na Bahia, no Rio de Janeiro, em São Paulo, nos EUA e na Suíça).

“Raul é um fenômeno”, diz o diretor em entrevista a Zoom Magazine. “É um vendedor de discos até hoje e consegue se comunicar com uma faixa etária bastante diversa. Fez sucesso quando vivo e continua a ‘incomodar’, mesmo após deixar esse mundo estranho. Tenho dois filhos – e ambos ouviram Raul quando adolescentes. Raul sempre tocou em minha casa.”

Embora estivesse familiarizado com o mito, o realizador não era propriamente um “fanático” pelo roqueiro. Talvez tenha sido melhor assim: ao longo da produção, Carvalho “descobriu” seu biografado – e o que aprendeu nesse processo está no filme. “Aquele é o Raul que ‘entendi’ a partir de contatos com amigos, companheiras, representantes de gravadoras etc.”, teoriza o cineasta. “Ou, talvez, aquele seja o Raul que não consegui entender (risos).”

Leia a matéria completa em Vídeo Zoom Magazine #143.

VíDEO ZOOM MAGAZINE #143 - 6 páginas com Raul Rock Seixas

VíDEO ZOOM MAGAZINE #143 - 6 páginas com Raul Rock Seixas

http://www.zoommagazine.com.br

O Globo - 16 de março de 2012

O Globo - 16 de março de 2012

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comentários
  1. Arnaldo Nobre disse:

    Raul Seixas sempre será um ídolo, pois sempre existirão aqueles que não se deixarão levar por um mundo de aparências e relações humanas superficiais.

    Curtir

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