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Raul Seixas foi o artista homenageado pelo evento Mar de Culturas, da Globo, em 23 de agosto na Fundição Progresso, no Rio.

No espaço da Fundição Progresso, na região central do Rio, rolou um bate-papo sobre o legado deixado pelo cantor e compositor. Mediado pelo jornalista e apresentador Guilherme Guedes contar com a presença de Kika Seixas, produtora e ex-mulher de Raul Seixas, do escritor, músico, compositor e fundador do fã clube oficial do artista, Sylvio Passos, e Toninho Buda, amigo de Raul e estudioso de temas esotéricos, religiosos e polítocos na obra do Maluco Beleza.

A participação musical ficou por conta de Rick Ferreira, guitarrista considerado “fiel escudeiro” de Raul Seixas, que fez um show tributo interpretando os sucessos “Quando acabar o maluco sou eu”, “Gita”, “Carpinteiro do universo”, “Ouro de tolo”, “Sociedade alternativa” e “Maluco beleza”.

Mar de Culturas: homenagem a Raul Seixas na Fundição Progresso
Bate-papo contou com a participação de Guilherme Guedes, Kika Seixas, Sylvio Passos, Rick Ferreira e Toninho Buda.
https://globoplay.globo.com/v/7029692/
Rede Globo – Homenagem a Raul Seixas – Mar de Culturas – Fundição Progresso, Rio


Amigos de Raul Seixas falaram sobre a intimidade do cantor por Alfredo Henrique.

Denis Feijão, Sylvio Passos e Toninho Buda no 3º Salão do Livro de Guarulhos.

Denis Feijão, Sylvio Passos e Toninho Buda no 3º Salão do Livro de Guarulhos.

Raul Seixas foi o tema do bate-papo ocorrido ontem, no espaço Drummond, no 3º Salão do Livro de Guarulhos.
O público teve a oportunidade de ouvir histórias e revelações de Sylvio Passos e Toninho Buda, amigos pessoais do “maluco beleza.” A conversa foi mediada pelo apresentador da TV Cultura, Cadão Volpato.
Passos e Buda ajudaram na feitura do roteiro do documentário “Raul: o início, o fim e o meio”, dirigido por Walter Carvalho e que está em cartaz nos cinemas.
“O Raul era um cara dócil, brincalhão. Quem o via conversando em uma mesa não acreditava que era ele o autor de tudo o que fez. Mas quando o gênio de Raul vinha à tona, aí as pessoas percebiam que estavam lidando com um gênio”, disse Passos.
Os dois amigos de Raul falaram da relação do cantor com a sociedade em três eixos – religião, política e polícia. “Raul era contra todo o esquema que orienta a sociedade na qual vivemos”, disse Buda.
Ele ainda falou sobre a relação de Rauzito com o ocultismo. “Raul dizia que o diabo era a representação da inteligência no homem. Adão saiu do paraíso a partir do momento que começou a pensar. Algumas pessoas não entenderam a mensagem dele”, afirmou Passos.
O 3º Salão do Livro termina neste domingo (13) e acontece na Av. Odair Santanelli, no Parque Cecap (leia programação ao lado).
In: Diário de Guarulhos

Sylvio Passos e Toninho Buda falam do amigo, Raul Seixas por Laís Domingues

Sylvio Passos, Toninho Buda e Cadão Volpato durante bate-papo ocorrido ontem, no espaço Drummond, no 3º Salão do Livro de Guarulhos.

Sylvio Passos, Toninho Buda e Cadão Volpato durante bate-papo ocorrido ontem, no espaço Drummond, no 3º Salão do Livro de Guarulhos.

Amigos pessoais, fãs e autores do livro ‘Raul Seixas: Uma Antologia’, que foi base para o filme ‘Raul Seixas: O início, o fim e o meio’, que já foi assistido por 140 mil pessoas, Toninho Buda e Sylvio Passos marcaram presença ontem no Letra e Música do Espaço Cultural. Os escritores contaram como conheceram e como era o músico fora dos holofotes. “Raul era um filósofo, pensador e anarquista de primeira”, resumiu Passos.

Fundador de um dos mais importantes fãs clubes de Raul Seixas, Passos lembrou que desmanchou um fã clube do Led Zeppelin para formar um sobre o roqueiro, e que foi muito criticado por isso pelos colegas de escola. Passos recordou ainda que, após um anúncio em um jornal para trocar pertences da banda por material sobre o roqueiro, foi convidado a almoçar com Raul Seixas. “Quando cheguei à casa dele, logo de cara já me deu o apelido de Sylvícola, e a partir daí nos tornamos amigos desde a mesa do boteco até as alas psiquiátricas”, contou, dizendo que Raul Seixas era uma pessoa ‘maravilhosa’ e gostava de ajudar até mesmo os inimigos.

Toninho Buda contou sua experiência com Raul mais envolta com a sociedade alternativa. “Raul era o arauto da sociedade alternativa. Ele era uma pessoa doce, amiga, brincalhona, que nem parecia que era Raul Seixas. Ele tinha a sagrada chama da loucura, do gênio, que acredito ser o que tanto deu inveja a Paulo Coelho”, afirmou, polêmico, o amigo.

Buda ainda comentou que Raul Seixas teve 22 compositores parceiros, e que das 160 músicas que compôs e cantou, 42 foram assinadas apenas pelo roqueiro.

“Ele já estava de saco cheio”

“Ele foi muito incompreendido. Já estava de saco cheio, já tinha cumprido o que precisava, e era nítido o tédio e a incapacidade de suportar a pressão”, afirmou Toninho Buda sobre a morte do amigo e ídolo.

Buda disse também que os ideais da Sociedade Secreta, baseados nos escritos do ocultista Aleister Crowley e sua Lei de Thelema: “Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei”. “O diabo estava muito presente nas músicas dele, mas era simplesmente a inteligência, o conhecimento e a liberdade”, disse.

Para Sylvio Passos, Raul Seixas estava “de saco cheio de tudo e de todos” já cinco anos antes de morrer, e mostrava sua insatisfação em seus últimos trabalhos, como no disco ‘A Pedra do Gênesis’.

“Ele queria morrer de fato. Ele foi se matando aos poucos, como em um suicídio a longo prazo, assim como acontece aos grandes gênios”, afirmou Passos.
IN: Folha Metropolitana

Sylvio Passos e Toninho Buda ontem no  3º Salão do Livro de Guarulhos.

Sylvio Passos e Toninho Buda ontem no 3º Salão do Livro de Guarulhos.


Mito Raul Seixas será tema de palestra nesta sexta
Laís Domingues

Toninho Buda e Sylvio Passos irão falar sobre Raul Seixas hoje no Espaço Cultura

Toninho Buda e Sylvio Passos irão falar sobre Raul Seixas hoje no Espaço Cultural

Um dos mais irreverentes de sua geração, o cantor e compositor Raul Seixas também não poderia ficar de fora do Salão do Livro de Guarulhos. O músico será tema do quadro Letra e Música de hoje, às 16h30, no Espaço Cultural, com a presença de Toninho Buda e Sylvio Passos, que juntos escreveram ‘Raul Seixas, Uma Antologia’.

Sylvio Passos também é fundador do Raul Rock Club e autor do livro ‘Raul Seixas por ele mesmo’. Por ser considerado uma ‘enciclopédia ambulante’ sobre a vida e a obra de Raul Seixas, já que também era amigo do músico, Passos foi, inclusive, consultor e depoente no documentário ‘Raul – O início, o fim e o meio’, de Walter Carvalho.

A escritora Tatiana Salem Levy também deve marcar presença na programação do Espaço Cultural. Durante o Café Literário, que começa às 19h30, a descendente de turcos judeus deve falar sobre sua obra literária, que inclui livros como o romance ‘A Chave de Casa’, que rendeu à autora o Prêmio São Paulo de 2008 na categoria Melhor Livro de Autor Estreante e também a deixou como finalista do Prêmio Jabuti.

Outro destaque da programação será o bate papo poético, às 14h30, no Ponto de Encontro, com o poeta, ex-presidente da Academia Guarulhense de Letras e colunista da Folha Metropolitana, Castelo Hanssen.

Jane Rossi lança o terceiro volume de Chuva de Emoções

A escritora, integrante do movimento Lê Guarulhos, da Academia Brasileira de Poesia e Embaixadora da Paz pela França, Jane Rossi, fez ontem o lançamento do terceiro volume da série de poesia de autoajuda ‘Chuva de Emoções’, em parceria com a poetisa Mônica Yvonne Rosenberg, iniciada em 2008.

A apresentação da obra aconteceu no Ponto de Encontro e contou com a presença da cantora e poetisa Miriam Warttusch, que embalou o público em suas canções sobre grandes nomes da poesia brasileira, como Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles e Vinícius de Moraes.

Jane disse que o objetivo da série de livros é levantar o astral do leitor. “É aquele livro que você tem na cabeceira de casa e você lê para ter mais ânimo no dia. E é um livro interativo em que há um diário. A pessoa pode, assim na poesia, fazer seus desabafos, escrever o que está sentindo”, disse.

Outra referência do livro é ao palhaço Arrelia, que a poetisa considera um dos maiores símbolos da autoajuda. “Ele deixava seus problemas de lado para fazer a plateia sorrir com sua frase clássica: Como vai, como vai, como vai? Tudo bem, tudo bem, bem, bem”, comentou.

IN: Folha Metropolitana



Raul Seixas no Salão do Livro de Guarulhos [Entrevista com Sylvio Passos]

Raul Seixas no Salão do Livro de Guarulhos [Entrevista com Sylvio Passos]

Toninho Buda e Sylvio Passos estarão no 3º Salão do Livro de Guarulhos na próxima sexta-feira, 11 de maio num debate sobre Raul Seixas.

Toninho Buda e Sylvio Passos estarão no 3º Salão do Livro de Guarulhos na próxima sexta-feira, 11 de maio, num debate sobre Raul Seixas.

Sylvio Passos

Fundador do mais importante fã clube de Raul Seixas, o Raul Rock Club, Sylvio Passos é também o autor dos livros Raul Seixas por ele mesmo e, em parceria com Toninho Buda, Raul Seixas, Uma antologia. Recentemente, trabalhou como consultor e depoente no documentário Raul – O início, o fim e o meio, de Walter Carvalho. Considerado como uma espécie de enciclopédia ambulante sobre a vida e obra de Raul Seixas, ele acumula uma série de curiosidades, memórias, gravações e quinquilharias do cantor. Sylvio também é ator e músico e, além de covers de Raul, possui composições próprias.

1] Fale um pouco da sua trajetória como escritor/artista?

Sylvio Passos: Meu envolvimento com a música e com os livros iniciou-se bem cedo, ainda na escola primária e em casa com meus pais. Mas somente na década de 1980 é que intensificou, após conhecer Raul Seixas, e acabou tornando meu meio de vida. Nessa década produzi alguns discos, shows, fanzines e programam em rádio e TV. Na década seguinte, digo, 1990, logo após a morte de Raul Seixas, publiquei aquele que seria o primeiro livro sobre o ídolo do Rock Brasileiro – Raul Seixas Por Ele Mesmo, pela Martin Claret Editores e em 1992, pela mesma editora, lancei Raul Seixas, Uma Antologia em parceria com Toninho Buda. Nos anos seguintes e até a atualidade, tenho participado de inúmeros trabalhos acadêmicos (alguns lançados no mercado editorial), também produzi alguns discos póstumos de Raul Seixas.

Mais recentemente trabalhei como consultor e depoente no documentário Raul – O início, o fim e o meio, de Walter Carvalho. Também estou atuando como ator na peça teatral Meu Amigo Raul, de Ton Crivelaro e, finalizando, como gaitista e compositor na Putos Brothers Band.

2] Como você avalia a literatura brasileira?

SP: Definiria com uma única palavra: Riquíssima.

3] Qual a importância da literatura para a educação, principalmente das crianças?

SP: Fundamental. Como bem definiu Monteiro Lobato, “Um país se faz com homens e livros” .

4] Qual o último livro que leu ou está lendo?

SP: O último livro que li foi Vida, autobiografia de Keith Richards, dos Rolling Stones. Atualmente estou lendo O Lobisomem da Av. São João, romance do poeta cearense Costa Senna.

5] Qual foi o primeiro livro que leu?

SP: Meu contato com livros, como falei no início da entrevista, vem desde criança, com aquelas enciclopédias que toda família tinha de enfeite na estante antigamente mas ninguém usava. Foram, por assim dizer, meus primeiros brinquedos. Pelo que me recordo, os primeiros livros que li, ainda garoto, foram: A Ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson; Viagem ao Centro da Terra, de Julio Verne e O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.

6] Qual livro marcou sua vida?

SP: Pergunta difícil de responder visto que meu gosto pela leitura é bem diversificado e a cada ano tudo tem um novo significado. Um título que me ocorre agora é O Homem e Seus Símbolos, de Carl Gustav Jung que me abriu um leque de possibilidades quando eu estava saindo da adolescência.

7] Qual livro gostaria de levar do ‘Salão do Livro de Guarulhos’?

SP: Qualquer um que aborde filosofia contemporânea. Talvez algum de Viviane Mosé, que adoro.

8] Qual a importância de eventos que promovam a literatura como o Salão do Livro de Guarulhos?

SP: Acredito que eventos que provam cultura e literatura são de importância singular, principalmente quando o público alvo são crianças e adolescentes, os futuros donos do Brasil. Então, um evento como o Salão do Livro de Guarulhos carrega em si não apenas a importância enquanto evento que promova literatura, mas também, uma parcela de responsabilidade pelo futuro do povo brasileiro.
IN: http://educacao.guarulhos.sp.gov.br/salaodolivro/2012/index.php?conteudo=71

Debate sobre Raul Seixas com Sylvio Passos e Toninho Buda
Salão do Livro: LETRA & MÚSICA – 16h30 às 17h30
Diálogos com compositores e especialistas da música brasileira.
09/05 – Kledir Ramil
10/05 – Lobão
11/05 – Sylvio Passos e Toninho Buda
Interlocutor: Cadão Volpato

Raul Seixas no 3º Salão do Livro de Guarulhos

3º Salão do Livro de Guarulhos

3º Salão do Livro de Guarulhos

Dia 4 de Maio tem início o salão do livro de Guarulhos, com 10 dias de programação e cerca de 50 convidados das áreas da literatura, musica e teatro que se dividirão em sete espaços (centro cultural, ponto de encontro, infantil, auditório, digital, café literário e café filosófico). Além disso, cerca de 80 estandes estarão no local representando quase 400 editoras em uma área de 8mil metros quadrados totalmente climatizada montada especialmente para o evento e sediada no Parque Av. Odair Santanelli.

A iniciativa tem como objetivo estimular a população e principalmente os estudantes da rede publica de ensino da cidade a se aprofundarem no mundo da literatura, trazendo atrações como o Show “A Curva da Cintura”, que traz – Arnaldo Antunes (voz), Edgard Scandurra (voz e guitarra), Daniel Scandurra (violão e baixo) e Michelle Abu (percussão); os projetos “Fique Ligado” convidando Gabriel o Pensador e Emicida; “Café Filosófico” com Luiz Felipe Pondé, Emir Sader e Viviane Mosé; “Letra e Música” com Lobão, Kledir Ramil, Sylvio Passos e Toninho Buda.

As escolas da rede pública podem agendar visita ao 3º Salão do livro de Guarulhos através do site oficial do evento, onde você também encontra toda a programação do evento. O evento recebeu aproximadamente 400 mil pessoas nas edições anteriores e vem com grandes nomes para a 3ª edição.

Debate sobre Raul Seixas com Sylvio Passos e Toninho Buda
Salão do Livro: LETRA & MÚSICA – 16h30 às 17h30
Diálogos com compositores e especialistas da música brasileira.
09/05 – Kledir Ramil
10/05 – Lobão
11/05 – Sylvio Passos e Toninho Buda
Interlocutor: Cadão Volpato

Toninho Buda e Sylvio Passos falam sobre Raul Seixas no 3º Salão do Livro de Guarulhos

Toninho Buda e Sylvio Passos falam sobre Raul Seixas no 3º Salão do Livro de Guarulhos



Magia sexual

Conheça a prática que busca a realização de desejos através do sexo, pregada pelo polêmico mago inspirador de roqueiros como Raul Seixas
POR LEANDRO SOUTO MAIOR

Rio – Com estreia nos cinemas prevista para 23 de março, o filme ‘Raul — O Início, o Fim e o Meio’, sobre Raul Seixas, vai jogar holofotes não só no Maluco Beleza, mas também em outros personagens que faziam parte de sua vida. Um deles, o mago inglês Aleister Crowley (1875-1947), fez tanto a cabeça de Raul — e de mais um punhado de gente, incluindo roqueiros do naipe de Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin, e John Lennon — que inspirou sua ‘Sociedade Alternativa’ e é citado nominalmente na canção.

Entre os assuntos que rondam o polêmico Crowley, está o uso do sexo como uma ferramenta na magia. Mas, afinal, o que é essa tal de magia sexual?

“Magia é uma forma de direcionar sua vontade para alcançar um objetivo. Existem várias maneiras de facilitar essa canalização do pensamento, como a meditação. A magia sexual substitui a meditação pelo sexo, valendo-se da energia liberada no orgasmo, que é o momento em que a mente se desloca da matéria”, teoriza Johann Heyss, autor de ‘Aleister Crowley — A Biografia de Um Mago’.

“Já tive experiências nesse sentido, algumas até assustadoras. Uma vez, no momento exato em que consegui desfazer uma magia, a calopsita da minha mãe cortou um pedaço de sua própria asa de uma maneira muito sinistra. Existe a história de um cara que usou a magia sexual para ganhar uma quantia de dinheiro. Ele sofreu um acidente, ficou paraplégico e ganhou o dinheiro do seguro”.

Fundador do fã-clube oficial do Led Zeppelin no Brasil, Luiz Claudio Rocha, o Lula Zeppeliano, também já experimentou a magia sexual. Seu ídolo — de quem acabou tornando-se amigo —, o guitarrista da banda, Jimmy Page, é um dos maiores divulgadores da obra de Crowley.

“Quando apertei a mão dele pela primeira vez, logo vimos que éramos dois thelemitas (seguidores da doutrina Thelema, propagada por Crowley). Conhecer o Page foi fruto de uma vontade que mentalizei. Hoje, porém, não uso mais a magia sexual porque passa a ser algo sem limite, de achar que tudo que eu quero, eu posso. Apesar de que, uma vez que você entra na magia, nunca mais a magia deixa de estar com você”, filosofa.

Uma das cenas do filme. Antônio Guedes e Toninho Buda em "Contatos Imediatos do IV Graal" (1979) - Sacrilégio de Baphomet

Uma das cenas do filme. Antônio Guedes e Toninho Buda em "Contatos Imediatos do IV Graal" (1979) - Sacrilégio de Baphomet

Coautor do livro ‘Raul Seixas — Uma Antologia’ e amigo pessoal do cantor e compositor, Toninho Buda travou contato com a magia sexual na época do ‘amor livre’.

“Buscávamos o crescimento espiritual, com o desapego e a libertação do outro. Raul fez a música ‘A Maçã’ falando dessa libertação (veja a letra ao lado). Mas o que a gente queria tinha mais a ver com transar com o maior número de mulheres sem aborrecimento ou compromisso! Na verdade, esse papo de magia sexual era maravilhoso para disfarçar a nossa molecagem inata!”, entrega.

São as cenas mais chocantes do filme

Toninho Buda é coautor, junto de Antônio Guedes, do filme de propaganda da Sociedade Alternativa ‘Contatos Imediatos do IV Graal’, de 1979, e que tem algumas cenas incluídas em ‘Raul — O Início, o Fim e o Meio’.

“São as cenas mais chocantes do documentário, as pessoas que já viram ficam horrorizadas. A cena ‘O Sacrilégio de Baphomet’ representa a morte do deus Pan, das florestas, da natureza. Pena que esta cena esteja sendo interpretada como magia negra, pois ela representa exatamente o que a sociedade está fazendo com a natureza”, lamenta Buda.

IN: http://odia.ig.com.br/portal/diversaoetv/magia-sexual-1.412749